Sindvest se reúne hoje, 18 para definir contraproposta do STIVNF
- Comunicação STIVNF
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Polo de Moda Íntima se reúne hoje, 18 para definir contraproposta à pauta do STIVNF.
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria do Vestuário de Nova Friburgo e região (STIVNF) segue em Alerta: Mobilização Total em Defesa dos Direitos das Costureiras
O cenário da moda íntima em Nova Friburgo e região vive um momento decisivo.
Nesta segunda feira, 18 às 18h, o sindicato patronal (Sindvest) se reúne para formular uma contraproposta às reivindicações da nossa categoria.
O STIVNF reafirma seu compromisso inabalável com a valorização de quem realmente faz a engrenagem do polo de lingerie girar: as costureiras e trabalhadores do setor.
Nossa pauta não é apenas sobre números, é sobre dignidade e reconhecimento.
Enquanto o setor empresarial se organiza para discutir o impacto nas empresas até 2028, nós estamos focados no prato de comida, no cuidado com os filhos e na valorização do tempo de serviço de cada trabalhador.
🛡️ O Que Estamos Defendendo
Nossas frentes de batalha são claras e essenciais para a sobrevivência da categoria:
Reajuste Salarial de 8%: Reposição necessária frente ao custo de vida.
Prêmio de Produção Justo: Baseado no piso salarial real de cada função.
Segurança Alimentar: Cesta básica ou vale-refeição de R$ 350,00.
Valorização da Experiência: Retorno do pagamento do triênio.
Apoio às Mães: Auxílio-creche de R$ 623,70 para garantir o cuidado dos filhos.
Participação nos Lucros (PLR): Pagamento de R$ 500,00 como reconhecimento pelo resultado alcançado.
📍 O Movimento Deles
A assembleia dos empresários acontecerá no Senai Moda (Espaço Sindvest), abrangendo os 12 municípios do polo, incluindo Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu, Bom Jardim e Cordeiro.
O STIVNF segue acompanhando de perto cada passo dessa negociação.
Não aceitaremos que o crescimento do polo de lingerie aconteça às custas da precarização do trabalho.
📢 Recado ao Trabalhador
A força da nossa categoria vem da união. Fique atento aos canais oficiais do STIVNF.
O momento exige vigilância total para garantirmos que a contraproposta patronal respeite as necessidades básicas de quem dedica a vida à confecção.
Justiça para quem produz. Valorização para a costureira!




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